artigo recomendado


Sergio Simoni Junior, Rafael Moreira Dardaque, Lucas Malta Mingardi. A elite parlamentar brasileira de 1995 a 2010: até que ponto vai a popularização da classe política? Colombia Internacional, n. 87, p. 109-143, maio-ago. 2016 .
O objetivo deste artigo é debater a tese da popularização do perfil social dos parlamentares brasileiros buscando ressaltar que a literatura, ao ignorar a assimetria de poder institucional entre os legisladores, pode apresentar um viés no seu diagnóstico sobre as características da representação política no Brasil.
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26 de maio de 2009

pérolas de sabedoria social


[Arkansas Furniture, 1951.
Silk & Stackpole. Life]


“A classe social tende a aflorar na teoria pós-moderna como um item da tríade classe, raça e gênero, uma fórmula que rapidamente assumiu para a esquerda o tipo de autoridade que a Santíssima Trindade costuma exercer para a direita. A lógica desse encadeamento triplo é por certo evidente: o racismo é ruim, o sexismo idem, e por isso também o é algo chamado ‘classismo’. ‘Classismo’, nessa analogia, parece representar o pecado de estereotipar as pessoas com base em sua classe social, que, levado ao pé da letra, significaria que é politicamente incorreto definir Donald Trump como sendo um capitalista”.

Terry Eagleton, As ilusões do pós-modernismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 61-62.






ver mais:
uma apresentaçao ao autor [aqui]
uma biografia [aqui]
entrevista ao The Observer, 16 December 2007 [aqui]
The Limits of Liberalism, uma aula em Yale [aqui]
a conclusão de seu livro Ideologia:

uma introdução (UNESP: Editora Boitempo, 1997) [aqui]
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