artigo recomendado


Lopez, Felix, & Almeida, Acir. (2017). Legisladores, captadores e assistencialistas: a representação política no nível local. Revista de Sociologia e Política, 25(62), 157-181.
O artigo analisa a representação política local, focando as percepções e práticas cotidianas dos vereadores. Em particular, analisam-se suas escolhas entre estratégias de representação clientelistas e universalistas. Utilizam-se dados originais de entrevistas abertas semiestruturadas com amostra não representativa de 112 vereadores de 12 municípios de Minas Gerais. Por meio de análise qualitativa, classificam-se os vereadores em três tipos, de acordo com sua principal estratégia de representação, a saber: “legislador”, que se dedica mais às funções formais da vereança; “captador”, que prioriza o atendimento de pedidos coletivos dos eleitores; “assistencialista”, que prioriza o atendimento de pedidos particulares. Os resultados sugerem que essas estratégias são qualitativamente distintas e que a probabilidade de ocorrência do tipo assistencialista é maior em municípios pequenos, crescente no acirramento da competição política e decrescente na volatilidade eleitoral.
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20 de agosto de 2011

democracia, arenas decisórias e política econômica no governo Lula

[Brasília.
Frank Scherschel.
Life] 

LOUREIRO, Maria Rita; SANTOS, Fábio Pereira dos; GOMIDE, Alexandre de Ávila. Democracia, arenas decisórias e política econômica no governo Lula. Rev. bras. Ci. Soc.,  São Paulo,  v. 26,  n. 76, jun.  2011 .




RESUMO

O texto analisa as características da política fiscal no governo Lula, enfatizando seu conteúdo e estilo decisório, em perspectiva comparada, ou seja, fazendo o confronto com governos anteriores e ainda entre seus dois mandatos. A análise é contextualizada no quadro dos desafios trazidos pela inserção do país na economia global e pela ampliação das demandas sociais permitidas pela nova ordem democrática. Indica-se que a despeito dos limites impostos pelo mercado financeiro que exigem credibilidade financeira diante dos investidores e, portanto, restrições fiscais e altos níveis de superávits primários, há espaços para que a política fiscal também se oriente para outros objetivos: estímulo ao crescimento e à expansão da demanda interna, por meio de programas de transferência de renda. Isso foi possível, em grande parte, pela ampliação das arenas decisórias governamentais e pela adoção de estilo mais negociado de tomada de decisão.

Palavras-chave: Governo Lula; Democracia; Arenas decisórias; Política fiscal; Burocracia.
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2 comentários:

Anônimo disse...

Dr.Codato tu és muito chick!
Tu e tua esposa precisa de faxineira não?
Olhe, estou pensando seriamente uma diáspora a curitiba...
Meu patrão tem que melhorar do cãncer para eu estudar aí ...
veja. lembre-se dos commodities de Fhc! Lula é um sucessor ...
Corrija-me o erro...
cacau netto,faxineira metida a estudante.
TE CURTO DE MONTÃO!
Aqui no Nordeste , final de semana é o tradicional PEIXADA/ PEIXE, PIRÃO, ARROZ BRANCO, SALADA.... E VINHO TINTO SECO SUAVE...
Dr. Codato, a politicagem é o fruto das vaidades. Somos todos iguais, todos vão perecer. A Terra tem seis faces, quem as contempla é quem busca o sacerdócio da ciência,-Parabéns! Muita paz e amor... sua aluna, cacau netto.

Anônimo disse...

Chick=pinto,é dislexia.Chic ou chique, pessoa que avalia o que diz.
È muito ébrio no Forte de pau Amarelo!
Bom, programas de transferência de renda nem sempre traduz em justiça social. Foi realizada uma rolagem da dívida externa através de negociatas. A presidente(a), disse consuma, porque o cidadão está no bolso da dívida interna, não paga suas faturas mas tem que quitar às do Governo. Deveria ser analisado que esse sistema também funciona gerando lucro através do aumento em produção científica e mão-de-obra qualificada, utilizando-se menos o atacadão e mais o conhecimento.O SUPERÁVIT NOMINAL?
Veja, Dr.codato, o caso do projeto do rio Guaíba em Ponte alegre em contraste com a China divulgada no jornal Zero hora!Até nas obras públicas!
È muita sujeira... falácia é conversa para boi dormir.
A retórica é convincente mas o padrão ético estabelecido de limpeza precisa ser mantido não através de aliados que visem empurrar com o umbigo(como temos feito)os prejuízos da corrupção histórica, educar a população economicamente requer faxineiros competentes e especializados.
O mal-estar não está sendo sanado, está sendo contido. Por isso tem que incentivar estes investimentos aqui dentro: não é globalização e progresso, é o neocolonialismox a luta de emancipação dos povos. Ab,Dr! C.Netto