artigo recomendado


Sergio Simoni Junior, Rafael Moreira Dardaque, Lucas Malta Mingardi. A elite parlamentar brasileira de 1995 a 2010: até que ponto vai a popularização da classe política? Colombia Internacional, n. 87, p. 109-143, maio-ago. 2016 .
O objetivo deste artigo é debater a tese da popularização do perfil social dos parlamentares brasileiros buscando ressaltar que a literatura, ao ignorar a assimetria de poder institucional entre os legisladores, pode apresentar um viés no seu diagnóstico sobre as características da representação política no Brasil.
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17 de março de 2011

a economia como ciência social

[Brasil, 1986
Sebastião Salgado.
Pirelli/MASP] 

programa (provisório) do curso
Introdução às Ciências Sociais





HC 311 - INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS
2011 (1º. semestre)
Professor Adriano Codato

Ementa
Transmitir uma ampla visão do processo social, destacando os diversos aspectos que permeiam o conjunto das relações sociais e a dinâmica da sociedade humana, de modo a incentivar no educando o interesse pelo estudo das interações entre a Economia e as demais ciências sociais. (a ementa não fui eu quem escreveu)

Metodologia
Aulas expositivas; exercícios práticos de leitura; debates em sala de aula.

Avaliação
Duas provas escritas em sala de aula, sem consulta.

Calendário das Sessões

16 março: apresentação do curso

UNIDADE i. A ciência da política
18 março: Política e Ciência Política: visões normativas e concepções descritivas (aula 1)
Referências obrigatórias:
BOBBIO, Norberto. Política. In: N. Bobbio, N. Matteucci e G. Pasquino. Dicionário de Política. 2ª ed. Brasília, Ed. Universidade de Brasília, 1986.
BOBBIO, Norberto. Ciência Política. In: N. Bobbio, N. Matteucci e G. Pasquino. Dicionário de Política. 2ª ed. Brasília, Ed. Universidade de Brasília, 1986.

23 março: O desenvolvimento da Ciência Política: a) o marxismo (aula 2)
Referência obrigatória: CODATO, Adriano. O Dezoito Brumário, política e pós-modernismo. Lua Nova (Impresso), São Paulo - SP, v. 64, p. 85-115, 2005.

25 março: O desenvolvimento da Ciência Política: b) o neo-institucionalismo (aula 3)
Referência obrigatória: HALL, Peter A.; TAYLOR, Rosemary C. R. As três versões do neo-institucionalismo. Lua Nova, São Paulo: n. 58, 2003. 

30 março: não haverá aula

1 abril: O desenvolvimento da Ciência Política: c) o culturalismo (aula 4)
Referência obrigatória: PUTNAM, Robert D. Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 1996, cap. 6: Capital social e desempenho institucional.
uma resenha do livro aqui

6 abril: O desenvolvimento da Ciência Política: d) o comportamentalismo (aula 5)
Referência obrigatória: DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. São Paulo: Edusp: 1997, capítulo 4: A Ordem Socioeconômica: Concentração ou Dispersão?

UNIDADE II. O FENÔMENO POLÍTICO
8 abril: Poder e Legitimidade: o que é poder? Poder e dominação (aula 6)
Referências obrigatórias:
ARON, Raymond. Macht, Power, Puissance, prosa democrática ou poesia demoníaca? In: _____. Estudos sociológicos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1991.
BACHRACH, Peter e BARATZ, Morton S. Poder e decisão. In: F. H. Cardoso e C. E. Martins (orgs.). Política e sociedade. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1983, p. 43-52. 

13 abril: A dominação legítima e seus tipos (aula 7)
Referência obrigatória: WEBER, Max. Os três tipos puros de dominação legítima. In: COHN, Gabriel (org.). Max Weber: sociologia. 3ª ed. São Paulo: Ática, 1986, Col. Grandes Cientistas Sociais, p. 128-141.

15 abril: A Ação Política: grupos de pressão e grupos de interesse (aula 8)
Referência obrigatória: DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. São Paulo: Edusp: 1997, p. 25-50.

27 abril: As Organizações Políticas: partidos, sindicatos e associações (aula 9)
Referência obrigatória: MICHELS, Robert. Sociologia dos partidos políticos. Brasília: Editora da UnB, 1982, Parte I - A (cap. I), Parte I-B (cap. II), Parte I-C; Parte VI.

29 abril: Ideologias e Utopias: ideologias teóricas e ideologias práticas (aula 10)
Referências obrigatórias:
EAGLETON, Terry. Ideologia. Uma introdução. São Paulo: Editora Boitempo, 1997, p. 11-40.
CONVERSE, Philip E. Os sistemas de crenças. In: F. H. Cardoso e C. E. Martins (orgs.). Política e sociedade. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1983, vol. 2, p. 144-151.

4 maio: I avaliação semestral (aula 11)

6 maio: ideologias teóricas e ideologias práticas: a) liberalismo (aula 12)
Referência obrigatória: BOBBIO, Norberto. Liberalismo e democracia. 6ª. ed. São Paulo: Brasiliense, 2000.
 
11 maio: ideologias teóricas e ideologias práticas: b) socialismo (aula 13)
Referência obrigatória: WEBER, Max. Conferência sobre o socialismo. In: Fridman, Luiz Carlos (org.). Émile Durkheim, Max Weber: o socialismo. Rio de Janeiro: Relumé-Dumará, 1993, p. 85-128.

13 maio: ideologias teóricas e ideologias práticas: c) fascismo (aula 14)
Referência obrigatória: ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo: antissemitismo, imperialismo e totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

18 maio: o pensamento político: a) o pensamento político conservador (I) (aula 15)
Referência obrigatória: HIRSCHMAN, Albert. A retórica da intransigência: perversidade, futilidade, ameaça. São Paulo: Cia. das Letras, 1985.

20 maio: o pensamento político: b) o pensamento político conservador (II) (aula 16)
Referência obrigatória: HIRSCHMAN, Albert. A retórica da intransigência: perversidade, futilidade, ameaça. São Paulo: Cia. das Letras, 1985.
 
25 maio: o pensamento político: c) o pensamento político progressista (I) (aula 17)
Referências obrigatórias:  
OFFE, Claus. 1984. A democracia partidária competitiva e o ‘welfare state’ keynesiano: fatores de estabilidade e desorganização. In: _____. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, p. 356-386.
ESPING-ANDERSEN, Gosta. As três economias políticas do welfare state. Lua Nova,  São Paulo,  n. 24, Sept.  1991, pp. 85-116.

27 maio: o pensamento político: d) o pensamento político progressista (II: as utopias políticas) (aula 18) (monitor)
Referências obrigatórias:
MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
SCHUMPETER, Joseph. A significação do Manifesto Comunista na Sociologia e na Economia. In: H. J. Laski, O Manifesto Comunista de Marx e Engels. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

UNIDADE III. O Estudo das Instituições Políticas: o Estado
1 junho: O conceito de Estado: o que é o Estado? (aula 19)
Referência obrigatória: BOURDIEU, Pierre. Da casa do rei à razão de Estado: um modelo da gênese do campo burocrático. In: Wacquant, Loïc (org.). O mistério do ministério. Pierre Bourdieu e a política democrática. Rio de Janeiro: Revan, 2005.

3 junho: Características do Estado: A tradição weberiana: autoridade e legitimidade (aula 20)
Referências obrigatórias:
WEBER, Max. A política como vocação. In: _____. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, s/d.
BOBBIO, Norberto. A teoria do Estado e do poder em Max Weber. In: _____. Ensaios escolhidos. História do pensamento político. São Paulo: C. H. Cardim Editora, s/d, p. 157-184.

8 junho: Funções do Estado a tradição marxista (aula 22)
Referências obrigatórias:
ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. 8ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982, cap. IX: Barbárie e civilização, p. 177-201.
MILIBAND, Ralph. Marx e o Estado. In: BOTTOMORE, Tom (org.). Karl Marx. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, p. 127-147.

10 junho: Origem e desaparecimento do Estado (aula 23)
Referência obrigatória: ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. 8ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982, cap. IX: Barbárie e civilização, p. 177-201. 

15 junho: O Estado na prática: a reforma do Estado no Brasil nos anos 1990 (aula 21) (monitor)
Referência obrigatória: BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Do Estado patrimonial ao gerencial. In: Pinheiro, Wilheim e Sachs, I. (orgs.). Brasil: um século de transformações. São Paulo: Cia. das Letras, 2001, p. 222-259.

17 junho: não haverá aula (aula 24)

29 junho: II avaliação semestral (aula 25)

6 julho: exames finais
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